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Bebê é retirada da barriga da mãe e roubada logo em seguida

O corpo da mãe da bebê foi encontrado próximo à BR-040 e a acusada está sendo indiciada por três crimes

Por Da Redação
29 out 2018, 18h11 • Atualizado em 29 out 2018, 19h55
Mara Cristina Ribeiro, mãe biológica da recém-nascida Isadora Cristina. (Facebook/Reprodução)
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  • Internada desde seu nascimento em 15 de outubro, Isadora Cristina teve alta do Hospital São Lucas neste fim de semana. A recém-nascida havia sido retirada da barriga da mãe, Mara Cristina Ribeiro da Silva, e roubada logo em seguida, em João Pinheiro, no Noroeste de Minas.

    Foi Angelina Ferreira, 40 anos, quem matou a mãe da criança a roubou o bebê depois de fazer o parto em uma área de reserva próxima à BR-040.

    Logo após cometer o crime, Angelina teria chegado ao hospital alegando que havia acabado de dar à luz. O comportamento da mulher – que entrou andando no local e se recusava a fazer exames – fez com que os médicos desconfiassem, chamando a polícia.

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    A PM fez algumas perguntas e, quando convenceram a mulher de que os exames clínicos eram necessários, conseguiram a confissão. Angelina confessou que a bebê não era dela, mas de uma jovem de 23 anos desaparecida.

    A partir do depoimento, buscas foram feitas por moradores e policiais. No início da tarde do dia 16, em uma área de reserva próxima à BR-040, o corpo de Mara Cristina foi encontrado.

    Segundo informações da Polícia Civil, a vítima tinha um arame amarrado no pescoço e um corte na barriga, possivelmente feito para retirar o bebê. Angelina está presa, e também o marido.

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    A mulher é acusada de homicídio qualificado, de dar parto alheio como próprio e de subtração de incapaz. O marido, que não foi indiciado, segue em prisão preventiva e as investigações apontaram que não houve a participação de uma terceira pessoa.

    Dez dias após o crime, no dia 25 de outubro, a Polícia Civil de João Pinheiro encerrou o inquérito do caso.

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    Ao G1, o tio da bebê, Cristiano Ribeiro, contou que a sobrinha está com o pai e que a família não concorda com o desfecho. A guarda é provisória até que o exame de DNA confirme a paternidade, segundo o Conselho Tutelar.

    Caso a paternidade não seja confirmada, a recém-nascida ficará com a família da mãe até que a Justiça decida o que será feito.

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