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Criança tem sintomas de câncer confundidos com estresse pela pandemia

Os pais notaram que a menina passou a ficar muito irritada, derrubar coisas e não conseguia andar em linha reta

Por Da Redação
3 out 2020, 18h19 • Atualizado em 3 out 2020, 18h36
 (NCJ MEDIA/Reprodução)
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  • Os pais de Lily Jha, 7 anos, notaram que o comportamento da filha não era mais o mesmo. Coincidentemente, a alteração surgiu com a pandemia e o período de isolamento. Com isso, eles imaginaram que a jovem não estava reagindo bem à quarentena, porém as alterações eram na verdade sintomas de um câncer no cérebro da estudante.

    Mudança de humor e falta de precisão para segurar as coisas foram alguns dos sintomas. “Ela começou a se comportar de maneira um pouco diferente – um pouco mais infantil, um pouco brava, não respondia às coisas, ela simplesmente nos ignorava”, contou o pai dela, Vineet, ao Chroncle Live

    Como as confusões não cessavam, os pais procuraram um médico para ter um diagnóstico correto, o que não aconteceu. “Atribuímos isso ao tédio devido ao isolamento e, quando falamos com um clínico geral, fomos informados de que as crianças adquiriam hábitos ruins e não havia nada com que se preocupar”, contou.

    Em uma ida a um parque na tentativa de aliviar o estresse de ficar em casa, Vineet notou que a menina não conseguia andar em linha reta e retornou para o hospital, só que dessa vez no pronto-socorro.

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    Infelizmente, o diagnóstico era mais delicado e, no dia 25 de julho, uma ressonância magnética apontou que Lily tinha um câncer no cérebro, que se desenvolve rapidamente e afeta a mobilidade das crianças, frequência cardíaca, respiração e sua capacidade de comer e dormir.

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    No momento, a menina já passou pelo tratamento de radioterapia e espera a sua inscrição em um ensaio cientifico no Reino Unido, que pode aumentar suas chances de vida.

    O caso é delicado, mas os pais encaram uma batalha contra o tempo para ajudar a filha. “Ela é nossa pequena lutadora, mas o mais importante, ela é apenas uma criança de sete anos. Precisamos ter esperança, mesmo que seja experimental, precisamos fazer tudo o que pudermos por nosso filho”, disse.

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