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Professora é barriga solidária da própria filha e dá à luz neta

Com 37 semanas, Maria Clara nasceu em um hospital particular de Florianópolis

Por Da Redação
25 ago 2021, 15h34 •
Da esquerda para direita Ingrid, Maria Clara, Rosicléia
Da esquerda para direita Ingrid, Maria Clara, Rosicléia (|NSC TV/Reprodução)
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  • Aos 53 anos, Rosicléia de Abreu Carlsem deu à luz a própria neta, na última quinta-feira (19), graças à reprodução assistida. Devido a uma embolia pulmonar e trombose venosa profunda, Ingrid Carlsem, sua filha de 29 anos, tinha risco de morte caso tivesse uma gravidez, como contou ao G1.

    Antes do diagnóstico, mãe e filha já conversavam sobre o assunto. Ao ver a reportagem de uma sogra que gerou a própria neta, Ingrid questionou a mãe se ela faria isso se um dia fosse preciso e a resposta foi positiva.

    Por meio de uma vaquinha online, venda de máscaras e panos de prato, a vinda de Maria Clara ao mundo foi possível, já que para o procedimento eram necessários 35 mil reais. O hospital que fez a coleta dos óvulos e a clínica que fez a inseminação também fizeram doações à família. 

    Veja também: Uma pandemia no caminho do sonho de ser mãe

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    Ingrid e o marido Fabiano Chaves acompanharam a vinda da filha que nasceu com 49 centímetros e pesando 3,310 quilos, às 11h, em um hospital de Florianópolis.

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    Bebê
    Maria Clara neta de Rosicléia e filha de Ingrid (|NSC TV/Reprodução)

    “Eu acredito que a palavra mais próxima de tudo é gratidão. Essa [neta] será mimada da mesma forma, com o diferencial de que ela saiu da mesma barriga que um dia já saiu a mãe dela”, comemorou Rosicléia.

    Para Ingrid não há palavras para agradecer a atitude da genitora. “O gesto da minha mãe foi de grandeza, de uma mulher nobre, talvez mesmo eu tentando mencionar ou descrever em palavras, jamais conseguirei especificar o quão valiosa ela é para mim”,disse. 

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    Mãe e filha
    Mãe e filha antes do parto de Maria Clara (|Prefeitura de Florianópolis/Divulgação)

    O procedimento do útero de substituição é permitido somente quando mulheres não conseguem engravidar por problemas de saúde ou fertilidade. As duas pessoas envolvidas no procedimento precisam se conhecer e não pode haver nenhum tipo de pagamento para tal atitude.

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