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Brasil é 142º em ranking de participação feminina na política

Observando todos os países da América Latina, o Brasil se mostrou superior apenas ao Haiti. Argentina ocupa a 20ª posição

Por Da Redação
22 nov 2021, 11h49 • Atualizado em 29 set 2022, 22h13
Bancada Feminina
 (Alex Ferreira/Câmara dos Deputados)
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  • O Brasil ocupa a 142ª posição em um ranking internacional de participação de mulheres na política. Elaborada pela União Interparlamentar com base na composição dos parlamentos de cada país na esfera federal, a classificação, atualizada em outubro, considerou 192 países.

    Observando os países da América Latina, apenas o Haiti está atrás do Brasil. A vizinha Argentina figura em vigésimo lugar nessa classificação. 

    No Brasil, as mulheres representam 15% da Câmara de Deputados, visto que em 2018 foram eleitas 161 deputadas estaduais (equivalente a 15,56% do total). No que diz respeito à bancada de senadoras eleitas no mesmo ano, as mesmas correspondem a 11,54% da Casa.

    Em relação às eleições de 2020, o número de vereadoras eleitas, 898 no total, corresponde a apenas 16,51% dos assentos das câmaras municipais, embora as mulheres representem 52,50% do eleitorado.

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    Os números reais não vão de acordo com a lei brasileira, que determina que os partidos são obrigados a destinar 30% de suas vagas a mulheres, com distribuição proporcional de recursos para campanha.

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    Leia mais: por que a reforma eleitoral ameaça o crescimento das mulheres na política

    Violência Política

    Visualizando um cenário com desigualdades raciais e de participação, um estudo realizado pelo Instituto Marielle Franco concluiu que 98,5% das candidatas negras sofreram mais de um tipo de violência política durante a disputa eleitoral de 2020.

    A pesquisa, realizada com 142 candidatas negras em 21 estados, apontou que 78% delas foram alvo de violência virtual. 62% delas ainda alegaram ter sofrido violência moral e psicológica, enquanto 42% relataram violência física e 32%, sexual.

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    Destas mulheres, apenas 32% tiveram coragem de denunciar as agressões, no entanto, 70% afirmam que as denúncias não surtiram efeito.

     

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