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7 modalidades de aula de dança para experimentar e fugir do tradicional

Dançar tão bem para a autoestima que é cada vez mais comum esbarrar no Instagram com vídeos de pessoas se jogando em coreografias ousadas

Por Clara Novais Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
17 ago 2018, 16h23 • Atualizado em 17 ago 2018, 16h27
  • Basta navegar um pouco pelo Instagram para se deparar com coreografias bem ensaiadas, contagiantes e cheias de energia. com um leque cada vez mais variado de estilos, ficou fácil encontrar, em estúdios e academias, o ritmo que é a sua cara.

     

    DANCE CLIP

    Impossível ficar parada com as coreografias de Justin Neto, dançarino que acumula mais de 500 mil seguidores no Instagram. Os vídeos compartilhados revelam o jeito descontraído da modalidade criada por ele. Sua inspiração para as danças arrasadoras são divas do funk e do pop, como Anitta e Beyoncé. Pesam na escolha dos ritmos as músicas mais bombadas do momento. Prepare-se para se jogar também em hits do sertanejo ou do axé. O sucesso é tanto que há uma extensa lista de celebridades adeptas – como Giovanna Ewbank, Sabrina Sato e Yasmin Brunet. Justin, que dá aulas em todo o país, garante que não é preciso ser expert. “O objetivo é se divertir e esquecer
    o mundo lá fora.”

    DANCEHALL

    O rebolado é o ponto alto desta dança de origem jamaicana que se propõe a aguçar a sensualidade. ”Foi criada por mulheres e por muito tempo somente elas podiam praticá-la“, conta Joceline Gomes, professora do Backstage Dance Center, em Brasília. Mesmo quando os homens foram autorizados a participar, o domínio continuou feminino, já que o papel deles é de coadjuvantes nas coreografias marcadas por atitudes sedutoras. O lema girl power é seguido à risca. ”O dancehall é contemporâneo das lutas de libertação sexual. Por meio da dança, a mulher reafirma seu poder sobre o próprio corpo“, completa Joceline.

    BALLET FLY JUMP

    A união de saltos e giros acrobáticos acrescenta uma dose extra de emoção aos passos clássicos do balé. As alunas praticam toda a atividade em uma cadeira de escalada, sustentadas por uma corda de bungee jump. ”Isso nos obriga a trabalhar ainda mais a força das pernas, enquanto os braços desenham os movimentos“, explica a professora Letícia Marchetto, de São Paulo. Apesar de os exercícios com sustentação estarem se popularizando ao redor do mundo, foi Letícia quem criou esta versão, associada ao balé. Vantagem extra: ”A corda ainda ajuda a anular qualquer impacto nos joelhos, possibilitando a prática a quem precisa desse cuidado“, ressalta.

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    https://www.instagram.com/p/BjKD-2JFZQ_/?taken-by=balletfly

    KRUMP

    Ele pode ser uma solução para lá de criativa para mandar embora os sentimentos de raiva ou frustração. A ideia aqui é que cada um improvise sua coreografia com os balanços e as pisadas aprendidos na aula. ”No krump, o corpo inteiro é envolvido. Olhamos a ação dos braços como a representação de um diálogo“, afirma o professor Vinicius Azevedo, da academia Westside Full, em São Paulo. Enquanto trabalham a força e o dinamismo, os praticantes encarnam personagens com o objetivo de se guiarem e se diferenciarem uns dos outros. Alternativa perfeita para exercitar ao mesmo tempo a mente e o controle corporal. 

    FEMME FUSION

    Neste momento em que os estilos que exaltam a feminilidade estão em alta, a bailarina Tati Sanchis, diretora da Casa da Dança, em São Paulo, decidiu reunir vários deles no que batizou de femme fusion. “Unimos os mais delicados movimentos que colocam a mulher como protagonista, como os do vogue, que têm foco nos braços bem marcados“, explica. O importante é brincar com a expressividade, sempre enfatizando a sutileza e a sensualidade dos gestos femininos. “Usamos ainda técnicas do stiletto, modalidade que ajuda na conscientização corporal”, completa Tati, referindo-se à aula de dança feita com o uso de sapatos de salto alto.

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    https://www.instagram.com/p/BmPBHkuB2PR/?tagged=femmefusion

    HOUSE DANCE

    Diferentemente de outras modalidades urbanas, a house dance não prevê competições. ‘‘O objetivo principal é a troca entre os praticantes’’, diz Victor Alves, diretor do Espaço Laia, em Belo Horizonte. Não faltam vibrações positivas. ‘‘As letras das músicas falam de sentimentos bons, como amor e felicidade.’’ É, portanto, ótima opção para quem busca mais leveza no dia a dia e aliviar o stress. Enquanto o tronco se move (como se uma onda passasse por ele), os pés acompanham os ombros. A sutileza dos movimentos cria a impressão de que os dançarinos estão flutuando. As aulas não são formatadas. ‘‘A ideia é dar as ferramentas para cada pessoa criar sua coreografia.’’

    HIIDANCE

    Esta é a única atividade em que a finalidade principal é queimar calorias. ‘‘Como as pessoas têm cada vez menos tempo, criamos uma aula curta e eficaz em relação à perda de peso e à melhora do condicionamento físico’’, diz Luiza Continentino, diretora artística do Espaço Vibre, no Rio de Janeiro. Os passos variam de acordo com o professor, podendo ser jazz ou dança de rua, mas o que define o hiidance é a alternância de intensidade ao longo dos 45 minutos de aula. Às vezes são 40 segundos de esforço máximo seguidos de um minuto e meio de moderado – ou vice-versa. ‘‘A aula é toda planejada com essas sequências, o que estimula a variação do ritmo cardíaco, acelerando a diminuição do peso.’’

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